Rui Borges: «Pior momento desde que cheguei»

Técnico da Académica assumiu pior fase desde que chegou ao comando da Briosa

• Foto: Ricardo Jr

O jogo desta quinta-feira, frente ao E. Amadora, é de enorme importância para a Académica. Quem o diz é Rui Borges, técnico dos estudantes, que ainda não venceu qualquer jogo nesta temporada.  

"Acreditamos que uma vitória pode ser muito importante para os próximos jogos. As coisas não nos têm corrido bem e, por isso, temos que trabalhar ainda mais", começou por defender o técnico, que não fugiu à questão sobre se este é o pior momento desde que chegou a Coimbra. "Sim, claramente que é o pior momento desde que cheguei. Não fujo a isso. No ano passado, felizmente perdemos poucas vezes. Nessa altura não era um grande treinador, tal como agora não sou o pior de todos", sublinhou, mostrando-se "super tranquilo" em relação ao trabalho feito. 

Às escuras

A mudança de treinador na formação tricolor – saiu Rui Santos e entrou Ricardo Chéu – faz com que a informação sobre a forma como o E. Amadora se vai apresentar em Coimbra seja escassa. Rui Borges admite que está "às escuras" e por isso "focado no que a equipa da Académica pode fazer". Problemas não faltam para resolver, uma vez que são muitos os ausentes. Por um lado, Rui Borges não pode contar com Sualehe, Justiniano, Caballero e Christian, jogadores que chegaram no final do mercado de transferências e por isso depois da data que este jogo, reagendado por um surto de Covid na equipa forasteira, se devia ter realizado. Por outro lado, há ainda a somar a estas preocupações as lesões de Hugo Seco, João Pedro, Fábio Fortes e Zé Castro. 

Por Ricardo Chambel
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