Carlos Pires: «Faltou-nos um bocadinho de atrevimento na segunda parte»

Treinador interino dos flavienses assume que a equipa que atuou no Dragão ainda teve o cunho de Jorge Simão

• Foto: Hugo Monteiro

Carlos Pires, treinador interino do Desp. Chaves, reconhece que faltou um pouco de atrevimento à equipa flaviense na segunda metade do confronto desta segunda-feira com o FC Porto, período no qual os dragões transformaram um resultado negativo (0-1), numa vitória, por 2-1.

"Faltou-nos um bocadinho de atrevimento na segunda parte e faltou-nos capacidade na frente para segurar a bola", admite Carlos Pires, justificando tal situação com a substituição de Rafa, por lesão: "Isso modificou a nossa estratégia de jogo. Ficámos mais libertos na parte ofensiva. Depois o FC Porto meteu dois pontas e carregou sobre nós."

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O técnico que substituiu Jorge Simão, que será apresentado na terça-feira como treinador do Sp. Braga, explixou depois que as alterações foram poucas para o jogo do Dragão. "A nossa forma de estar é a que tínhamos até agora, a forma de jogar do Chaves é a do Jorge Simão, jogámos praticamente igual como jogamos até agora", observou Pires, que não encontrou motivos para mudar. 

"A equipa estava montada assim e nós continuámos a jogar assim, depois não foi fácil aguentar o FC Porto até ao fim, tivemos oportunidades na primeira parte para fazer o segundo e o terceiro golo, mas com estas equipas não se pode desperdiçar", reconheceu o treinador interino dos transmontanos, reclamando um penálti não assinalado contra o FC Porto: "O Fall dentro da área é empurrado e acho que é grande penalidade, mas não estou aqui para comentar a arbitragem." 

A terminar, Carlos Pires revelou que esta "foi uma noite especial". "Ir ao Dragão com o Desportivo de Chaves, com mais de 1.100 transmontanos na bancada numa segunda-feira à noite não é fácil. Senti orgulho em ser transmontano, senti que nunca vi o FC Porto a perder tempo nos últimos minutos como perdeu contra nós, sinto-me contente, feliz e orgulhoso por ter esta equipa hoje, sinto-me orgulhoso por comandar estes homens, eles queriam dar uma alegria ao Jorge Simão, mas não conseguimos", lamentou, desejando felicidades ao novo timoneiro flaviense, seja ele quem for.  

"Só quero que ele seja feliz, pode contar comigo a 200 ou 300%, não tenho ambição de ser treinador principal, pode vir sossegado porque não tenho essa ambição", concluiu.

Por Lusa
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