Vítor Martins: «Ausência de adeptos fez com que houvesse mais entusiasmo durante a semana»

Chaves vai enfrentar U. Leiria à porta fechada, tal como ocorreu diante do Ac. Viseu

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Vítor Martins, treinador do Chaves
Vítor Martins, treinador do Chaves • Foto: GD Chaves/Facebook

O Chaves dá o pontapé de saída à 27ª jornada da Liga Meu Super esta sexta-feira, pelas 18 horas, recebendo a U. Leiria. Um encontro que será, tal como frente ao Ac. Viseu, à porta fechada, devido ao castigo que os flavienses atravessam. 

"Não vale a pena insistir, mas já provámos que conseguimos fazer um bom jogo sem eles, apesar de terem sido escutados fora do estádio. Foi colmatada essa ausência nesse momento e acredito que acontecerá novamente", salientou o técnico Vítor Martins, em antevisão ao encontro, referindo que a semana foi pautada por vários encontros com boa energia: "Essa ausência fez também com que tenham mostrado mais entusiasmo durante a semana sempre que se cruzavam com um de nós. Existe a exigência de continuar a fazer as coisas bem."

No que toca ao encontro, o treinador, de 39 anos, afirmou que a sua equipa "está preparada para dar mais passos em frente". "Continuamos a evoluir e a aperfeiçoar o que temos feito de bem, corrigindo pequenos detalhes que já nos causaram dissabores. Foi neste sentido que rolou a semana", realçou. Note-se que os transmontanos vão numa sequência de dois jogos vitoriosos. 

"A U. Leiria é uma equipa com muita qualidade individual, muito agressiva e muita vontade de somar pontos. Adivinha-se um bom jogo, acredito que seja o jogo da jornada, sem querer puxar o protagonismo para nós. Será disputado e definido nos detalhes", analisou ainda Vítor Martins.

Dia do pai celebrado com jogadores

Em homenagem ao dia do pai, celebrado em Portugal esta quinta-feira, o Chaves partilhou algumas declarações de jogadores do plantel principal que têm filhos. 

Pelágio: "É a mlehor sensação do mundo. Já que não faço golos dentro de campo, tenho estes dois aqui que são a coisa mais importante para mim."

Ricardo Alves: "É uma paixão indescritível, só a conhecemos depois deles nascerem."

Roberto: "Acho que devem seguir as pisadas que achem melhor para eles. Eu cá estarei para os apoiar."

Carraça: "Gostava que tivessem o mesmo orgulho pelo pai que tenho hoje por eles."

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