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Avançado do Cova da Piedade, revoltado com decisão de despromover a sua equipa, critica dirigentes
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Horas depois da decisão da Liga que decretou a subida de Nacional e Farense à Liga NOS e as descidas de Casa Pia e Cova da Piedade ao Campeonato de Portugal, Edinho atirou-se aos dirigentes do futebol português, culpabilizando-os por "não quererem realmente jogar".
"Sinceramente não me surpreende. Primeiro porque os jogadores não foram ouvidos em nenhuma das vezes. Somos os protagonistas, somos talvez as pessoas que mais sofremos com isto e a nossa profissão e família depende disto. Se a 1.ª Liga vai retomar pode haver condições para a 2.ª Liga também. Não há profissionais de primeira e segunda. Temos os mesmos direitos de igualdade e oportunidades e isso não aconteceu. Estou aqui a representar todos os meus colegas da 2.ª Liga, temos um grupo e temos estado em contacto. Todos mostrámos desde o início que se houvesse condições para o fazer, estávamos dispostos a jogar. A verdade é que a maior parte dos dirigentes não o quis, porque está tudo envolto na questão financeira. Essa é que é a verdade desportiva que temos de realmente ver. É tudo uma questão financeira", acusou o avançado do Cova da Piedade na Sport TV.
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Para Edinho, a verdade desportiva não foi aplicada: "Mostrámos o nosso desagrado aos dirigentes, mas a maior parte de nós viu que não queriam realmente jogar. E agora estão a ver que a situação não é como eles pensavam. Porque agora são obrigados a aceitar uns trocos e se quiserem ver a cor do dinheiro têm de aceitar estas medidas que foram tomadas. Mas a verdade desportiva, onde está? Os 30 pontos que estão em disputa? Vamos descer agora o Cova da Piedade e Casa Pia porque estão em baixo na classificação e precisam de descer duas equipas da 1.ª Liga, que vai ter a possibilidade de competir, e nós saímos prejudicados com isto."
"Falei com colegas meus que obviamente estão desesperados com a situação. Ninguém nos sabe dizer o que vai acontecer Não temos informações de nada, estamos ao Deus dará por causa de uma decisão que não foi justa. Acredito que não tenha sido fácil de tomar, mas as coisas não se tornam assim, vamos tapar os olhos com areia, dar o dinheiro, não é assim que se resolvem as coisas. Jogadores que foram proibidos de manifestar o seu desagrado. Dá-me vontade de continuar porque o futebol para mim é outra coisa, não é isto. Acordo todos os dias a querer mostrar e dar o exemplo, mas o futebol não é isto. Isto enoja-me e vai contra tudo aquilo que me ensinaram que é o futebol. Até podíamos descer, mas tinha de ser no campo, dando tudo", rematou o internacional português.
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