Jogo Duplo: Leixões foi apanhado na rede de arrasto

Como a teia funcionava...

• Foto: David Martins

A operação ‘Jogo Duplo’, na qual os dirigentes do clube do Mar foram apanhados por ‘arrasto’, centra-se sobretudo numa rede de viciação de apostas desportivas operada por uma associação criminosa transnacional com ligações ao continente asiático, sendo a sua cúpula, em Portugal, constituída por Gustavo Oliveira, Carlos Silva (vulgarmente conhecido por ‘Aranha’ e elemento dos Super Dragões) e o antigo jogador Rui Dolores.

Esta rede, que trabalhará com outros elementos, os ditos operacionais, procedia, na tese do MP e da PJ, à manipulação de resultados desportivos através do processo conhecido por ‘matchfixing’, corrompendo diversos agentes para que ocorressem determinados resultados.

Essa manipulação ia desde o simples resultado ao intervalo ou no final até ao números de golos sofridos. Numa segunda linha desta associação funcionariam pessoas como João Carela e Hugo Moedas, antigos jogadores do Leixões que a Oliveirense dispensou ao Estarreja.

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