Lus. Lourosa-FC Porto B, 2-0: sagacidade de Paulité soltou os leões
Amplitude e maturidade fez a diferença ante a juventude portista
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Um rasgo de criatividade do extremo Paulité junto da linha final, a meio da etapa inicial, criou o espaço para a assistência açucarada com que o avançado João Santos começou a dar expressão à maior objetividade que o Lusitânia de Lourosa patenteou frente à equipa B do FC Porto.
Tiro de partida entretido e pragmático em Penafiel, casa emprestada dos leões de Lourosa, perante um conjunto portista recheado de juventude e bons processos na construção em apoio, mas também com a manta demasiado curta para incomodar o guardião Vítor Hugo, principalmente na primeira parte.
Falta de poder de fogo, contudo, sem um denominador comum. Não só por força das excelentes intervenções com que o guarda-redes João Afonso manteve os dragões dentro do resultado ao anestesiar a objetividade do Lusitânia de Lourosa até ao golo com que André Ricardo sentenciou o resultado mesmo no último suspiro do jogo, mas também por força da amplitude que tanto Melnichenka, como Muxito trouxeram à proposta de reação que os dragões trouxeram do balneário.