Renato Sanches e Gonçalo Guedes como exemplos

Clubes tiram frutos da aposta na formação

• Foto: Rui Minderico

Uma das explicações normalmente utilizadas pelos treinadores das equipas B, quando os resultados não são os melhores, é o facto de não conseguirem manter nos seus plantéis os melhores jogadores muito tempo. No entanto, essa é uma das formas de confirmar o sucesso das segundas formações.

Norton de Matos defende que um jovem até deve ser chamado à equipa B mesmo quando ainda tem idade de juvenil: "Um jogador de 16 ou 17 anos ainda não está pronto para alinhar nos seniores, mas se for à equipa B com essa idade, mais depressa chegará ao plantel principal. No Benfica, jovens com a qualidade do Renato Sanches e do Gonçalo Guedes passaram por isso. Assim, foram-se habituando a outros patamares."

As equipas B são, para o treinador, um sucesso. Não só para os clubes mas para os próprios jogadores e para o futebol português. "As Seleções de sub-19 até sub-21 ganharam muito com a experiência que os jogadores dos ‘bês’ vão ganhando na 2ª Liga", diz Norton de Matos. "Esses jovens devem estar no máximo dois anos nas equipas B, depois devem ser cedidos a clubes do escalão principal, como aconteceu agora com João Carvalho, que o Benfica emprestou ao V. Setúbal. Já esteve na 2ª Liga, vai jogar na 1ª e assim cumprir mais uma etapa antes de integrar o plantel do Benfica."

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