SAD aponta o dedo à gestão do clube

• Foto: Movenotícias

A notícia da demissão em peso da direção do clube abalou o universo leixonense. Na origem da decisão terá estado uma denúncia a um contrato acordado entre a direção e Manuel Dias, presidente da Assembleia Geral, no valor de 1,8 milhões de euros.

Ora, quem garante não estar surpreendido com todo este processo é Paulo Lopo, presidente da SAD do emblema de Matosinhos, que, em declarações a Record, apontou que esta era uma situação para a qual a sociedade vinha a advertir. "Temos vindo a alertar para as más práticas do clube. Existe irresponsabilidade na gestão", começou por dizer, antes de deixar críticas à direção demissionária.

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"As pessoas não têm noção da responsabilidade social que é gerir um clube. Não é a mesma coisa que gerir uma associação de amigos. Mas isto acontece quando as pessoas são imaturas e despreparadas", acrescentou.

Ainda assim, Paulo Lopo relembrou que o clube é "parceiro" da SAD e que, por essa razão, espera que "tudo se resolva a bem". "O que nós pretendemos é que sejam criadas as melhores condições de trabalho e para isso, obviamente, o clube tem de estar saudável", sublinhou, assegurando que a SAD "estará, como sempre, à disposição".

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Queixa no DIAP

Entretanto, o DIAP do Porto recebeu ontem uma queixa de Paulo Lopo contra Duarte Anastácio, Manuel Dias, e Miguel Nora, ex-presidente do Conselho Consultivo. Esta denúncia pretende não só ver esclarecido "o valor de 220 mil euros de comissão a Manuel Dias", mas também que se investigue a "procuração a passar plenos poderes a Miguel Nora", "onde surge falsificada a assinatura" do vice-presidente Paulo Pinhal.

Por Pedro Morais
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