O lateral-esquerdo Rúben Ferreira reconhece que o momento do Marítimo não é fácil, após 3 derrotas consecutivas na Liga, mas promete uma resposta imediata. Só lamenta não contar com o apoio dos adeptos na receção ao V. Setúbal, face à decisão de fechar os estádios ao público devido ao Coronavírus.
"Contávamos com a presença de sócios e adeptos e, mais que nunca, a presença deles era importante. Nunca joguei uma partida à porta fechada e, como é óbvio, ninguém gosta. A mística do futebol são os adeptos, o barulho, cânticos e muita gente no campo. Infelizmente não vai ser possível, mas o nosso foco é sempre o mesmo que é ganhar", assinalou o jogador madeirense, à margem da visita de uma comitiva do clube à Escola Básica da Marinheira.
O jogador espera ultrapassar esta fase negativa. "Tirando este jogo com o Moreirense, que foi muito mau da nossa parte, nos dois anteriores com Belenenses SAD e Sp. Braga acho que fomos muito superiores a nível coletivo e individual. Soubemos construir e fizemos dois bons jogos, mas não tivemos a sorte de marcar. Não estamos a ser felizes na finalização. A equipa peca por isso", juntou Rúben Ferreira, que se fez acompanhar dos colegas Bebeto e Nanú e dos técnicos Jorge Mendonça e Cláudio Lopes.
Para dar a volta é preciso crença. "Sabemos que muita gente deixou de acreditar em nós, o que é normal quando as coisas não saem bem, mas somos profissionais e temos de encarar esta má fase e dar a volta por cima. É trabalhar e sermos mais fortes. Mesmo sem os nossos adeptos presentes, vamos entrar com outra postura e outra atitude. É a resposta que temos de dar", salientou, garantindo ainda que o espectro da descida não paira no grupo. "Isso nem nos passa pela cabeça. Mau era se os jogadores tivessem isso em mente. Temos que dar uma resposta já sábado e a nossa entrada tem de ser muito forte", finalizou.
Apesar do resultado, insulares continua na liderança isolada, com 40 pontos, com mais oito que o Académico de Viseu
Guarda-redes do líder e da melhor defesa da 2ª Liga não sofreu golos em metade dos jogos em que participou
Central brasileiro de 21 anos pronto para ajudar a nova equipa
Emblema insular cedeu um empate nos últimos nove encontros na competição
Rumores e confirmações nos principais campeonatos
Subdiretor de Record revela novos dados sobre a situação no programa 'Mercado Now'
Jogador foi detido em Lisboa no final do ano passado
Defesa foi entretanto libertado
Central de 29 anos, que rescindiu contrato com os leões, regressa a um emblema que representou entre 2017 e 2019