Falta de quórum: AG para votar destituição da direção do Marítimo foi cancelada

Estatutos exigiam dois terços dos requerentes desta AG presentes, o que não se verificou

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Carlos André Gomes é o presidente do Marítimo
Carlos André Gomes é o presidente do Marítimo • Foto: Hélder Santos / ASPress

A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) do Marítimo, que visava discutir e votar a destituição dos órgãos sociais dos insulares, estava agendada para as 19 horas desta quinta-feira mas foi cancelada. Isto porque não houve quórum suficiente para o arranque da mesma.

"A AGE foi requerida por 65 sócios. Nos termos dos estatutos, era obrigatório que dois terços dos requerentes estivessem presentes na AG para ela ter início. Dos 43 obrigatórios só estavam 37, então a AG não começou", explicou o presidente da Mesa da Assembleia Geral, Tranquada Gomes, aos jornalistas, revelando que estes associados ficarão "inibidos de requerer Assembleias Gerais no prazo de 6 anos".

"A sala até estava muito bem composta, esperava uma AG participada e que os requerentes apresentassem uma solução, mas nem o mínimo de sócios obrigatórios apresentaram", acrescentou.

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