Presidente do Marítimo tenciona apresentar novo treinador até 15 de junho
Carlos André Gomes confirma que houve conversações com Vítor Severino, adjunto de Luís Castro
Seguir Autor:
O Marítimo, recém-promovido à Liga Betclic e sem treinador depois da saída de Miguel Moita, por mútuo acordo, conta apresentar um novo técnico até 15 de junho, afirmou este sábado o presidente Carlos André Gomes.
"Queremos fechar [a contratação do novo treinador] por volta de 15 de junho, portanto, é essa a data que temos definida. Percebo que as pessoas tenham alguma ansiedade em saber quem é o próximo treinador do Marítimo, mas nós estamos a fazer as coisas de uma forma correta, plena e tranquila", revelou o líder dos verde rubros, na inauguração de uma nova praça, no estádio do clube, no Funchal.
À margem de uma cerimónia comemorativa do centenário da conquista do Campeonato de Portugal, em 1925/26, um "título marcante na história do Marítimo", Carlos André Gomes vincou que a demora se prende com a necessidade de escolher alguém com a "competência de treinar a equipa" no regresso à 1.ª Liga, três anos depois, com um "perfil que encaixe" nos requisitos pretendidos.
Relacionadas
O dirigente, de 55 anos, confirmou que Vítor Severino, adjunto de Luís Castro nos brasileiros do Grémio, foi "uma das pessoas" com quem o emblema insular manteve conversas, porém, acrescentou que há "mais pessoas" cogitadas para assumir o cargo de treinador principal.
"Há todo um processo em que falamos com as pessoas. Umas vezes, faz 'match', e, outras vezes, não faz. Este é um processo normal no futebol", referiu, para acrescentar que o alegado retrocesso nas conversas com Vítor Severino "não significam uma negociação falhada".
Relativamente a alguns dos futebolistas em final de contrato, como o guarda-redes Samuel Silva e o médio Ibrahima Guirassy, que tiveram um papel preponderante na conquista do título da 2.ª Liga, Carlos André Gomes revelou que "tudo é possível", sendo que a continuidade de ambos é, ainda, uma possibilidade.