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Líder da SAD algarvia explica salários em atraso e conta ter respostas em breve
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A SAD do Portimonense vive um ciclo de dificuldades financeiras, o mais grave desde a sua criação, em maio de 2013. Aos salários em atraso (foi concedido pela Liga um prazo, até ao início de janeiro, para regularização dos mesmos), junta-se a impossibilidade da inscrição de jogadores, devido a quatro ‘transfer ban’ da FIFA.
“O orçamento para esta época contempla receitas que ainda não entraram e daí as dificuldades vividas, que esperamos superar em breve”, esclarece Rodiney Sampaio, presidente da SAD.
“Ainda não recebemos os valores acordados referentes às saídas de Ruan [Alanyaspor] e Paulo Vítor [Karpaty] e V. Guimarães [negócio de Filipe Relvas], E. Amadora [Chico Banza] e Vitória da Bahia [Wagner Leonardo] não nos pagaram, conforme estava previsto, entre outras receitas esperadas”, lamenta o dirigente.
“O acionista maioritário entende que não pode estar a investir todas as épocas e que é necessário um equilíbrio entre as receitas e as despesas. E foi isso que fizemos, no orçamento para 2025/26. Não contávamos, no entanto, que grande parte do que está contratualizado não fosse cumprido atempadamente pelos nossos devedores. Tudo se resume a isto: não nos pagam e por isso devemos”, adianta Rodiney Sampaio, explicando os contornos da crise vivida em Portimão.
A quadra festiva tem sido marcada por muito trabalho. “Estamos a batalhar de forma incessante para regularizar em breve as questões mais urgentes, nomeadamente os salários em atraso, e queremos também estabelecer acordos que permitam o levantamento dos ‘transfer ban’”, sublinha o dirigente. Entre outros clubes, recorreram à FIFA, reclamando dívidas do Portimonense, o Juventude de Caxias e o Celtic.
Quanto à rescisão de Diogo Ferreira, que acusou o Portimonense de pressão e coação moral, Rodiney Sampaio refuta as críticas. “Isso não ocorreu, não é a nossa forma de estar no futebol. E a saída do jogador é um assunto resolvido”, garante.
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