Raúl Oliveira: «Expulsão sem necessidade que coloca em risco tudo o que é o plano de jogo»

Treinador da Oliveirense lamentou "atitude inadmissível" de Jorge Teixeira na derrota (4-1) diante do Feirense

• Foto: Hugo Monteiro

Com a vida cada vez mais dificultada depois da derrota em Santa Maria da Feira, Raúl Oliveira, viu, ainda assim, uma boa entrada dos seus atletas: "acho que foi uma primeira parte bem disputada, competitiva, onde acho que entramos bem. Tivemos a felicidade de fazer um golo inicialmente. Um jogo que teve sempre dividido na primeira parte, apesar do Feirense ter um maior número de oportunidades de golo, mais posse de bola, mas consentida. Tentamos aproveitar aquilo que levou ao nosso primeiro golo, o espaço nas costas da equipa do Feirense".

O treinador dos oliveirenses realça que a derrota acabou por se dever mais a "demérito" da UD Oliveirense, do que propriamente mérito do Feirense: "o resultado acaba por se desnivelar por culpa própria, através dos nossos erros. Não que o Feirense não tenhas mérito, mas foi mais demérito nosso. Há um primeiro golo onde existe uma falha de marcação na área, algo que estava perfeitamente definido, e que já tinha acontecido anteriormente numa bola ao poste onde o Fabrício aparece livre para cabecear. O segundo golo acontece numa perda de bola em saída nossa Acabamos por nos expor numa situação de um contra um com um jogador que já tinha cartão amarelo, este acabou por não conseguir contrariar e foi num momento decisivo, a terminar a primeira parte. Evidentemente que é um golpe duro. Precisávamos desesperadamente dos três pontos e aquele golpe no final da primeira parte acaba por ser duro de encaixar".

"A segunda parte fica evidentemente marcada por uma atitude inadmissível por parte do nosso jogador. Uma expulsão sem qualquer tipo de necessidade que coloca em risco tudo o que é o plano de jogo. Tínhamos uma ideia de como entrar na segunda parte: com maior agressividade e pressão sobre o rival. Quando ficas com dez e a precisar de fazer golo, ficas mais exposto defensivamente e depois acabamos, mais uma vez numa situação de bola parada, onde, precisamente no segundo poste, era o Jorge que se posicionava, acabamos por não marcar à zona, por não darmos no momento exato a indicação a outro jogador para entrar naquele espaço. Ficou ali uma certa dúvida. Uma segunda bola que entra no segundo poste e o adversário faz o terceiro golo. A partir daí tentamos ser dignos no jogo, mas ficou sentenciado", finalizou Raúl Oliveira.

Por Filipe Silva
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