Carlos Pinto: «Vamos à procura da vitória com calma e tranquilidade»

Técnico do Vilafranquense falou da confiança dos jogadores numa série sem ganhar

• Foto: Vilafranquense

A derrota caseira do Vilafranquense diante do Chaves (0-1) elevou para 13 a sequência de jogos sem ganhar dos ribatejanos. No terceiro jogo à frente da formação de Vila Franca de Xira, Carlos Pinto constatou progressos e garantiu confiança para o futuro.

"Foi uma primeira parte dividida em que nenhuma equipa se superiorizou claramente à outra. O Chaves tem 10 minutos muito bons na segunda parte e chega à vantagem. Há uma boa reação da minha equipa para conseguirmos chegar ao empate. Disse aos jogadores que hoje estou muito mais tranquilo porque houve uma evolução clara da qualidade e intensidade do nosso jogo. Isso deixa-me tranquilo em relação ao futuro. Era difícil, sabíamos que a tarefa era difícil, sabia que o risco estava presente. Podia estar cómodo em casa, como eu costumo dizer, mas eu gosto do risco. Gosto de desafios e este tipo de desafios é que me fazem crescer para o futuro", frisou o técnico do Vilafranquense em declarações à Sport TV.

O empate era o resultado mais justo pelas ocasiões das duas equipas?

"Não é o mais importante dizer que o empate era o resultado mais justo. Há uma equipa que faz um golo e outra que não o faz. O importante é a evolução da equipa, o seu crescimento. Estes jogadores estão há vários jogos sem ganhar isso nota-se na sua confiança. Notou-se em alguns momentos do jogo. O mais importante é eles acreditarem que o futebol é isto mesmo. De um momento para o outro as coisas mudam no futebol. Todos eles precisam de uma vitória para inverter a situação. Vamos à procura dessa vitória com calma e tranquilidade. Acima de tudo, com confiança no processo e nos jogadores."

Acredita que o Vilafranquense vai manter-se?

"Claro que sim, não tenho dúvidas em relação a essa situação. Vai ser uma tarefa difícil. Vai ser até ao final, tanto na parte de cima como na parte de baixo da tabela. Acredito nestes jogadores. Se não acreditasse não vinha para cá. Há um trabalho que temos de fazer. Temos três jogos em 10 dias de trabalho. Sabíamos que não teríamos tempo para trabalhar.  A realidade é jogo, descanso, jogo. Sabíamos isso desde o início. Temos de acreditar, continuar a trabalhar e acreditar no processo, esperando que as coisas mudem rapidamente. A qualidade que existe aqui permite-me pensar dessa maneira."

Por Flávio Miguel Silva
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