Carlos Manuel não esquece o impacto que Sven-Goran Eriksson teve quando chegou ao Benfica, introduzindo uma nova filosofia no futebol encarnado no início da década de 1980 e acabando com certos tabus, como a realização dos estágios. "Antes, íamos para estágio na sexta-feira com jogo ao domingo. Comíamos sopa, peixe e carne em todas as refeições e treinávamos para preparar essa partida. Em 1982, o Eriksson aboliu os estágios e a equipa concentrava-se apenas no dia do jogo. O que ele fez com isso? Responsabilizou-nos", recordou 'Carlão', de 66 anos, para quem o futebol de rua foi a verdadeira escola.
"O futebol de rua é tudo! Aprendes a dar uma chapada, a ser malandro, a resolver os problemas ali, é espírito. Ali aprendes tudo, é só preciso não meter lá o adulto. A criatividade toda que vais tendo como jogador aprendes nessas idades", sublinha o antigo internacional, recordando que também a organização do futebol de formação mudou muito nestas décadas.
"No meu tempo era federado aos 14 anos, comecei a jogar nos juvenis. Fiz dois anos de juvenis e dois anos de juniores. Hoje é tudo diferente", refere o ex-médio, questionando a especialização precoce a que as crianças são hoje sujeitas nos clubes e a pressão colocada pelos pais. "Toda a gente acha que tem um craque lá em casa", lamenta o antigo jogador, para quem é essencial que os pais transmitam valores no sentido de proporcionar uma prática desportiva saudável e não coloquem pressão.
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