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Sem ideias na etapa inicial, a águia inspirou-se em Di María, Kökçü e Pavlidis para construir a vitória
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O jogo entrara nos últimos 20 minutos, o estádio dava sinais de impaciência e a equipa, ainda que melhorando em relação ao que fizera na primeira parte, parecia enredar-se numa teia de conformismo pela inspiração que tardava. Tudo mudou num estalar de dedos: lance de Pavlidis pela esquerda, definido com um cruzamento bem medido, proporcionou golo inesquecível de Di María. Foi a magia do anjo argentino que acendeu a Luz e reconciliou a família encarnada, cujos sinais de inquietação já se tinham estendido ao relvado. O genial esquerdino, um dos maiores talentos do futebol mundial, assinou certamente um dos melhores golos da sua incrível carreira. Esse é o efeito para a eternidade; para o jogo as consequências foram mais modestas, mas igualmente relevantes: acabou com as dúvidas, selou o triunfo encarnado e permitiu a Pavlidis regressar aos golos, após longo jejum sem marcar.
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