O Arouca-Sporting visto à lupa: A marca da bipolaridade

Leão entrou com força, mas foi passivo na etapa final e Arouca reagiu

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Foi uma primeira parte com o sentido (praticamente) único da baliza do Arouca, formação que se expôs, em momento defensivo, num 5x4x1 coriáceo [1], com Busquets a posicionar-se na última linha entre Basso e Opoku [1]. Houve mérito indubitável do Sporting a instalar-se com bola no meio-campo ofensivo [1,3], desdobrando-se em 3x2x5 [1], com Morita – nas costas de Alan Ruiz e de David Simão [1] – a ocupar uma linha distinta à de Ugarte [1], o que garantia a ofensiva ao último terço, a partir de uma construção mais longa, em superioridade. Contudo, os leões indagaram um jogar mais associativo para chegar ao arco rival, privilegiando o corredor esquerdo [3], até pela ausência de Porro do onze inicial, a partir das conexões estabelecidas entre Matheus Reis – central acutilante a penetrar com e sem bola no meio-campo ofensivo –, Nuno Santos e Pote, reinvestido no papel de avançado-interior, um tridente que criou desequilíbrios e situações de supremacia com facilidade [3].

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