Premium 30 janeiro 2022 - 01:46

O Benfica-Sporting visto à lupa: Venceu quem quis ganhar

Leão dominou e controlou o jogo

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Foi um arranque muito árduo para o Benfica. Veríssimo conservou a estrutura em 4x3x3 que usara ante o Boavista, mas abdicar de Paulo Bernardo por Meité foi sinal de maior inquietação com o equilíbrio (defensivo) e com a robustez física do que com o desequilíbrio (ofensivo) e mais belicosidade com bola. O Sporting, fiel à sua estrutura em 3x4x2x1, assenhoreou-se do domínio e do controlo do jogo. Tudo começou na forma pouco incisiva como os encarnados procuraram condicionar com Diogo, Yaremchuk e Everton a saída a três dos leões [1], o que abriu crateras nos corredores laterais para Esgaio e Reis, após receberem a bola de forma confortável, perscrutarem [1], expondo Lazaro e Grimaldo a situações de inferioridade, fruto das ações de fora para dentro de Pote e de Sarabia. No meio das incertezas com e sem bola das águias, faltou aptidão ao Sporting para ser mais pungente no assalto ao último terço,.

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