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O FC Porto-Sporting visto à lupa: É (quase) proibido jogar
Clássico mais uma vez marcado pelo condicionamento
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Foram precisos 61’ para se assistir ao primeiro remate enquadrado, quando Felipe, após canto de Alex Telles, obrigou Renan a uma defesa de recurso. Mais uma vez, um clássico ficou marcado pelo condicionamento, o que conduziu a que as componentes tática e física se impusessem contundentemente à vertente técnica, redundando num jogo fechado, de baixíssima nota artística, e carregado de duelos. Estruturalmente organizado, em momento defensivo, em 4x4x2, estacionado num bloco médio [1], com Wendel a posicionar-se a par de Gudelj, o Sporting bloqueou os processos de construção apoiados do FC Porto, impedindo as ligações pelo corredor central, espaço invadido por Brahimi [1], e não se deixou expor, fruto dos apoios conferidos pelos alas aos laterais, no jogo exterior.