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O Sporting-FC Porto visto à lupa: Jovane desencaixou o jogo
Dianteiro leonino decidiu clássico de combate
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Foi mais um clássico de combate. As duas equipas apoquentaram-se muito mais em anular as mais-valias dos rivais, encaixando-se, com referências individuais bem demarcadas, para se imporem num jogo de duelos permanentes, do que em encontrarem os espaços que permitissem construir e criar com fluência para chegar com qualidade a zonas de finalização. Por isso, o número de faltas foi indecoroso (43:21 para os leões, 22 para os dragões), enquanto as ocasiões de golo e remates enquadrados (5:3 para os verdes, 2 para os azuis) rarearam, o que sobrevalorizou a eficácia desfraldada no quarto de hora final. Aí, mais uma vez, a inspiração individual – de Jovane e Marega, mesmo com momentos de insuficiências técnicas – debelou as carências que os coletivos patentearam para serem criteriosos com bola.