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O Sporting-Sp. Braga visto à lupa: Porro carimba bis de Amorim
Partida abriu com o golo do espanhol
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Tudo mudou ao minuto 41. Até aí, a final da Taça da Liga, uma verdadeira festa do 3x4x3 – três jogos, seis onzes, em momento ofensivo, nessa organização estrutural –, mantinha-se fiel ao que têm sido grande parte dos clássicos nos últimos tempos. Um jogo fastidioso, repleto de duelos e de perdas de bola não forçadas, condicionado por um relvado miserável, amarrado a um futebol direto incapaz de gerar oportunidades de golo nas duas balizas, e metamorfoseado, por um árbitro demasiado zeloso, num festival de apito com faltas e cartões, aos quais não escapou a expulsão em simultâneo de Rúben Amorim e de Carlos Carvalhal.