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Ex-guarda-redes defende também que os jogadores devem estar mais próximos dos adeptos
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Para além de defender "melhores condições para os árbitros", Rui Patrício defende que há outros aspetos em que os clubes devem trabalhar para que o futebol português possa evoluir. O ex-guarda-redes, que anunciou oficialmente o fim da carreira em dezembro, sugere uma maior interação entre os jogadores e os adeptos.
"Há uma questão de respeito no estrangeiro. Pensamos que lá fora é sempre melhor. E é mentira. É mais fácil criticar o árbitro do que os erros da própria equipa. Uma equipa falha 10 golos, o árbitro falha uma vez e o culpado é o árbitro. Em Inglaterra, não se criticam os árbitros. Quando as pessoas não podem criticar por causa das multas, o foco deixa de ser o árbitro e passa a ser o jogo. Em Inglaterra, como as pessoas não falam, ninguém vai falar. Não vão andar a massacrar nem a criar um ambiente mau para o futebol", começa por dizer o antigo jogador, durante a palestra que decorre esta tarde na sua cidade natal, Leiria, à margem da Allianz Cup.
O ex-internacional português recorda vários mecanismos utilizados na Premier League, que testemunhou quando jogou no Wolverhampton. "Quando cheguei a Inglaterra, havia muitas ações para puxar o público para o estádio. Cá em Portugal é muito difícil um estádio estar cheio - só os três grandes, o V. Guimarães. Os jogadores querem jogar com o estádio cheio e é preciso fazer algo para puxar os adeptos. Em Inglaterra, íamos a escolas para puxar o público e isso faz com que essas crianças e pais vão ao estádio. Podemos criar excelentes jogadores, mas é importante o que há à volta. Isso é importante para se vender um produto bom. Há coisas a melhorar, mas saber como se pode aproveitar os jogadores para trazer o público para os estádios é muito importante. Tem de haver mais ações. É difícil pedir aos jogadores, mas tem de ser obrigatório porque os adeptos e as crianças querem e ver os jogadores. Têm de ser eles a puxar as pessoas, parte do clube criar as ações. É preciso criar estratégias para isso. Em Inglaterra, éramos 22 jogadores e três ou quatro vezes por ano tínhamos estas ações", concretiza o ex-guardião do Sporting.
Essas ações trariam também benefícios na arbitragem, considera Rui Patrício. "Também é importante haver ações para promover os árbitros, e é preciso haver melhores condições para os árbitros, só assim se pode evoluir", defende.
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