Três adeptos foram impedidos de assistir à final da Allianz Cup

Informação divulgada pela PSP, no âmbito do policiamento do V. Guimarães-Sp. Braga

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PSP impediu três adeptos de assistir à final da Allianz Cup
PSP impediu três adeptos de assistir à final da Allianz Cup • Foto: Vítor Chi/Arquivo

A PSP informou que três adeptos foram impedidos de entrar no estádio onde decorreu a final da Allianz Cup, em Leiria, devido à posse de artigos pirotécnicos ou por embriaguez.

Num comunicado, o Comando Distrital de Leiria da PSP disse ter identificado e interdito três adeptos, no âmbito do policiamento do jogo de sábado, no Estádio Municipal de Leiria, Drº Magalhães Pessoa.

A polícia impediu dois adeptos de entrarem no estádio por três artigos pirotécnicos. Outro adepto "apresentava uma taxa de álcool no sangue superior à legalmente permitida para entrada em recintos desportivos", acrescentou a PSP.

De acordo com a nota, os autos de contraordenação serão remetidos à Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto, para aplicação de medidas administrativas de interdição.

A PSP defendeu que a operação "permitiu prevenir situações suscetíveis de colocar em causa a segurança e a tranquilidade do evento, garantindo condições adequadas para o normal decurso do espetáculo desportivo".

A polícia sublinhou que, no conjunto dos três jogos da 'final four' da Taça da Liga, identificou e impediu 18 adeptos de entrarem no estádio, "por infrações à Lei do Desporto".

Além disso, a PSP deteve dois homens pela prática dos crimes de roubo na via pública e de posse de estupefacientes, acrescentou o comunicado.

O , ao vencer o rival Sporting de Braga, por 2-1, em Leiria, após reviravolta, novamente com um golo de Alioune Ndoye.

Na inédita final entre os rivais minhotos, o Sporting de Braga adiantou-se no marcador, aos 17 minutos, por Dorgeles, de livre direto, tendo o Vitória de Guimarães chegado ao triunfo com golos de Samu, de grande penalidade, aos 59, e de Ndoye, que já tinha bisado frente ao Sporting, na meia-final (2-1), aos 83.

O Sporting de Braga, que procurava o quarto troféu, na sua sexta final, podia ter relegado a decisão para as grandes penalidades, não fosse o guarda-redes vitoriano Charles ter defendido um castigo máximo cobrado por Zalazar, aos 90+11.

Após a terceira reviravolta na prova - já tinha vencido 3-1 no terreno do líder da I Liga, FC Porto, nos quartos de final - o Vitória de Guimarães, que sucede no historial ao Benfica, recordista de títulos, com oito, torna-se no sétimo clube a erguer a Taça da Liga, em 19 edições, naquele que é o seu terceiro troféu nacional, depois da Supertaça Cândido de Oliveira de 1988 e da Taça de Portugal de 2012/13.

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