O Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol fez notar, esta quinta-feira, a posição do organismo em torno do regresso das competições desportivas nacionais.
Através de um comunicado emitido, o Sindicato dos Jogadores defende "a criação de um protocolo específico para a indústria do futebol profissional", mantendo a crítica às entidades que, "em pleno estado de emergência, decidiram avançar para o regresso aos treinos" - tal como decidiram as equipas de Nacional e Sporting.
"O sindicato defende a criação de um protocolo específico para a indústria do futebol profissional, dentro do qual esteja prevista a retoma de todas as entidades empregadoras desportivas em condições de igualdade, criticando naturalmente as sociedades desportivas que, com grande incerteza sobre os melhores procedimentos a seguir e em pleno estado de emergência, decidiram avançar para o regresso aos treinos nas suas instalações desportivas", refere.
O organismo assume não ser contra a retoma e conclusão das competições profissionais, desde que haja um "parecer favorável da DGS (Direção-Geral de Saúde) quanto ao protocolo a implementar."
"O sindicato não é, por isso, nem nunca foi, contra a retoma e conclusão das competições profissionais, o que exige é que sejam avaliadas as condições para o fazer e que haja parecer favorável da DGS (Direção-Geral de Saúde) quanto ao protocolo a implementar."
Leia o comunicado na íntegra
"Considerando que algumas das matérias indicadas requerem especificidades técnicas a que só especialistas médicos e autoridades de saúde podem objetivamente responder, em função da evolução do quadro epidemológico em todo o terreno nacional, tentaremos elucidar sobre os aspetos que a nosso ver carecem de análise e decisão, antes de avançar para a retoma da atividade.
"Como posição de princípio, consciente do impacto económico e dos riscos que existem para a estabilidade das relações laborais neste setor, o sindicato defende a criação de um protocolo específico para a indústria do futebol profissional, dentro do qual esteja prevista a retoma de todas as entidades empregadoras desportivas em condições de igualdade, criticando naturalmente as sociedades desportivas que, com grande incerteza sobre os melhores procedimentos a seguir e em pleno estado de emergência, decidiram avançar para o regresso aos treinos nas suas instalações desportivas. O sindicato não é, por isso, nem nunca foi, contra a retoma e conclusão das competições profissionais, o que exige é que sejam avaliadas as condições para o fazer e que haja parecer favorável da DGS (Direção-Geral de Saúde) quanto ao protocolo a implementar.
Centraremos as nossas preocupações nos seguintes pontos:
Para a indústria do futebol, a velocidade, capacidade de resposta e segurança nos testes realizados será fundamental para garantir a segurança dos jogadores e demais agentes desportivos.
Na presente data, as modalidades de teste (amostras de fluídos no nariz/garganta e amostras de sangue) estão a evoluir quanto ao método de recolha e grau de fiabilidade. Ainda existe um elevado número de "falsos positivos" e "falsos negativos". A qualidade de algumas formas de teste (incluindo a medição de temperatura) não permite garantir plena eficácia na implementação de um protocolo relativo à monitorização constante dos jogadores e staff dos clubes.
O simples risco de infeção após algum jogador ou membro do staff testado positivo torna difícil de prever qual será a eficácia do protocolo para isolamento dessa pessoa e a capacidade de testar e colocar em quarentena outras com quem tenha contactado, para minimizar o risco de contágio generalizado. Isto terá, naturalmente, impacto na programação da atividade desportiva a ser feita pela Liga Portugal", pode ler-se.
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