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O Gil Vicente até não começou mal o jogo e demonstrou alguma confiança para se adiantar no marcador. O que conseguiu com toda a justiça, assente numa actuação muito interessante de Carlitos. Em meia dúzia de arranques, mostrou força nos duelos de 1x1 para servir Carlos Carneiro. O “matador” marcou com categoria, mas 12 minutos antes tinha dado o aviso. Longe de ser consistente na exibição, a equipa da casa tinha mais presença em campo por força de um meio-campo trabalhador. Gouveia era praticamente “trinco” e teve o precioso auxílio de Bruno Tiago. Guardada a defesa, Luís Coentrão adiantou-se tanto no terreno que parecia um n.º10. Confiante e rematador, conseguiu pontualmente dar largura ao futebol gilista.
Mas pese esta atitude, há uma explicação adicional para ter sido melhor. Luís Castro pedia que a equipa andasse e... nada! Pedia pressão e... nada! Exigia atitude e... nada. Orahovac era uma nulidade; Bibishkov andava perdido; Marco Ferreira corria; Bruno Amaro tapava buracos; e N’Doye conduziu o primeiro ataque aos 24’! Era pouco para uma equipa que, mesmo travada pelos sacrifícios do último lugar, teria de mostrar outro nervo.
Mas o intervalo mudou tudo e o Penafiel parecia estar a jogar para a UEFA. N’Doye mostrou dotes de craque e, com Roberto entre os centrais, Bibishkov aproveitou bem os espaços para trabalhar bem com o senegalês. Evidentemente, já não estava em campo Orahovac. O Penafiel guardou a defesa com Jorginho e Bruno Amaro e viu uma linha de quatro homens na frente fazer estragos. Esta postura resultou em 20’ de bom futebol. Numa correcta leitura do jogo, Ulisses Morais preparava-se para responder ao empate com Nandinho e Braíma, mas ainda chegou primeiro ao segundo golo depois de um desentendimento entre Avelino e Kelly. Manteve as substituições e equilibrou o jogo. Braíma ajudou os centrais e Nandinho obrigou o meio-campo contrário a ser mais moderado nos ataques. Mesmo assim, o Penafiel empatou. E esteve perto da cambalhota no marcador. Era injusto.
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