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Torneio Internacional da Pontinha arranca esta quinta-feira e conta com Roberto Martínez como patrono

Roberto Martínez na apresentação do XLIII Torneio Internacional de Futebil Infantil
• Foto: XLIII Torneio Internacional de futebol infantil do CAC/Facebook

O Clube Atlético e Cultural (CAC) vai realizar mais uma edição do Torneio Internacional de Futebol Infantil, mais conhecido por Torneio Internacional da Pontinha, já esta quinta-feira, com os jogos a começarem na sexta-feira e o final agendado para o domingo de Páscoa. As expectativas dentro do clube estão altas, prevendo-se mais uma competição de sucesso, desta vez com Roberto Martínez, o selecionador nacional, como patrono oficial.  

“Vamos para este torneio sempre com as melhores previsões e a acreditar que vai ter o mesmo sucesso que todos os outros. As expectativas são altas, como sempre. Queremos que os miúdos se divirtam, aproveitem a Páscoa e que se portem bem", afirmou António Roque, presidente do CAC, em declarações a Record.

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O XLIII Torneio Internacional de Futebol Infantil inclui algumas equipas habituais da competição, como o Benfica, Sporting, FC Porto, Belenenses e o Deportivo da Corunha (Espanha), não esquecendo o anfitrião Clube Atlético e Cultural. Mas conta também com o retorno do Grigny (França), que soma a 3.ª participação no torneio, e a estreia do Santa Clara.

"Os três grandes dão mesmo importância ao torneio e como não ganharam no ano passado, com o Sporting a ter perdido na final, imagino que venham este ano a querer ganhar. E os miúdos também valorizam estes clubes com nomes de peso, como olham para o Santa Clara, um nome da 1.ª Liga", reconheceu André Ferreira, coordenador do CAC, que lamentou a ausência do Levante, o vencedor da edição de 2025: "Gostava que conseguissem participar este ano, acho que deviam ter a oportunidade de defender o título."

Em relação ao selecionador Roberto Martínez apadrinhar o torneio, António Roque partilhou como surgiu a oportunidade e relembrou outras caras conhecidas no futebol português que já assumiram o mesmo papel, como foi o caso de Cândido Costa (2025), Fernando Gomes (2024) ou Pedro Proença (2023): “Convidei-o num almoço que tivemos juntos e ele aceitou, mas acabou por demorar mais tempo por ser preciso a autorização da Federação. Temos por norma ter um padrinho do torneio, já contamos com nomes conhecidos e é uma forma de também homenagear antigos jogadores que já competiram no torneio. Martínez aceitou, mas não vai poder estar presente, acho que vai estar em Inglaterra.”

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Apesar do espírito de festa, o presidente do CAC não deixou passar despercebido o facto de a competição decorrer, mais uma vez, no Complexo Desportivo do Alto do Lumiar, devido ao anfitrião continuar sem instalações próprias: “Não faço ideia do que vai acontecer no futebol ao CAC. Continuamos sem um complexo desportivo e a Câmara promete que vai construir e nada, nem tenho previsões de quando possa acontecer.” Já o coordenador André Ferreira menciona as dificuldades que a falta do campo criam à equipa, afetando também o torneio deste fim de semana. “Sem o campo temos realmente mais dificuldades, perdemos a nossa identidade. As condições não são as melhores e os apoios estatais estão cada vez piores, torna o organizar deste torneio quase uma missão impossível, que acabou por ser possível”, admitiu.

Na lista de ausências, é possível constatar o nome de André Narciso, escolhido como árbitro homenageado nesta edição, que na noite da jornada de abertura estará em Alvalade a arbitrar o duelo da Liga Portugal Betlcic entre o Sporting e o Santa Clara. 

Autora: C.S.

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