A carta enviada a Cristiano Ronaldo pelos jogadores que compõem o plantel do Olhanense, pedindo a intervenção do capitão da Seleção Nacional para que o clube algarvio possa ver concretizada a sua promoção ao futebol profissional, está a fazer eco em Itália. Ao ponto de o conceituado jornalista Gianluca di Marzio ter procurado perceber os objetivos da missiva, numa entrevista a Andrea Papadia, que presidiu, até junho de 2019, e continua a fazer parte do conselho de administração da SAD rubronegra.
"Ele ainda não se pronunciou, mas, em Portugal, Ronaldo representa o sonho. Quem começa a jogar segue o seu mito. Ele sempre demonstrou grande solidariedade para com o futebol e os jogadores amadores. Consta que, durante o estado de emergência, Ronaldo, de forma secreta, destinou um milhão de euros para apoiar clubes e jogadores destas categorias. É um símbolo dos protestos dos jogadores. Esta abordagem e este mediatismo seguem a mesma lógica", refere Papadia, garantindo que a ideia partiu dos jogadores.
"Temos reuniões semanais com os capitães de equipa e eles sentem-se penalizados, porque foram feitos sacrifícios e investimentos. Eles queriam dar voz à sua causa. A partir de uma conversa nasceu a ideia de escrever a Ronaldo", assegura o administrador da SAD algarvia, mantendo a esperança de que a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ainda possa alterar a decisão de manter o Olhanense no terceiro escalão do futebol português.
"Apresentámos, dentro dos cinco dias previstos após a decisão oficial, um apelo ao Conselho de Justiça da FPF e estamos a aguardar uma resposta. Mas estamos dispostos a recorrer ao Tribunal Arbitral de Desporto português, para solicitar uma medida preventiva [providência cautelar] para suspender o início dos próximos campeonatos", garante o responsável do Olhanense, antecipando a solução que deixaria os algarvios satisfeitos.
"Jogar o 'playoff' agora é difícil. A nossa esperança é que a 2ª Liga possa seja ampliada de 18 para 20 equipas, uma mudança que já está prevista nos regulamentos e que vai ser aplicada em França", conclui Andrea Papadia.
Por João LopesComunicado emitido esta quarta-feira
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