Zazá colocou Luís Alves, seu antigo empresário, em tribunal por alegado abuso de poder e de confiança. O jogador do Belenenses acusa o agente de contrair dívidas em seu nome à Segurança Social e a uma entidade bancária. "Em 2008, quando representava os juniores do Belenenses, pediu-me para assinar uns papéis, passando o restaurante ‘Varanda Azul’ [n.d.r.: que era explorado por Luís Alves] para o meu nome. Aceitei de boa fé, pois havia uma relação de confiança", conta Zazá, pormenorizando.
"Em 2013 descobri que tinha a conta penhorada por dever à Segurança Social e ao banco (20 mil euros), devido a um crédito. Ora, eu sempre fiz descontos e nunca pedi dinheiro emprestado, logo não tenho nada a ver com isso", conta-nos Zazá, hoje a jogar no Pinhalnovense.
Por isso, o futebolista e a sua advogada, Ana Lopes, decidiram recorrer à Justiça, em primeira instância para o DIAP, mas este organismo arquivou o processo. Agora preparam uma exposição cível, alegando abuso de poder e abuso de confiança, para que o caso seja de novo apreciado.
"Queremos que o processo seja reaberto pois há matéria de facto por analisar, como as assinaturas que constam nos documentos", elucida Ana Lopes, precisando que o encargo à Segurança Social "ascende a quase 50 mil euros, pelo facto de alguns montantes terem prescrito ao longo do tempo".
A jurista entende que o agente se aproveitou da relação que mantinha com Zazá, por isso acusa-o de "má fé". O jogador está impedido de ter uma conta bancária, razão pela qual recebe as ajudas de custo do Pinhalnovense em mãos. "É a minha reputação que está em causa", considera Zazá, a finalizar.
Luís Alves refuta acusações
O empresário refuta todas as acusações e lembra que, numa primeira instância, o processo foi arquivado. "O tribunal negou provimento, o que prova que as coisas não são bem assim", diz Luís Alves, referindo-se à decisão do DIAP (Departamento de Investigação e Ação Penal).
A Record, o empresário afirma estar "de consciência tranquila", até pelo facto de, segundo o próprio, a sua atitude se pautar pela "lealdade e amizade". Também por isso reserva-se no direito de agir judicialmente contra o que considera ser um "atentado ao bom nome e reputação". "Não vou ser julgado em praça pública por coisas que não me dizem respeito, ainda para mais quando o tribunal se pronunciou assim. Isto é chantagem de alguém que, em dada altura, não teve o melhor comportamento. Se calhar é por isso que está onde está."
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