Filipe Moreira: «Que vão o gato, o coelho, o pássaro, o javali e toda a gente a Torres Vedras!»

Técnico do Vilafranquense pede mobilização dos adeptos

• Foto: Vilafranquense

Filipe Moreira congratulou-se pelo problema do incumprimento salarial ter ficado para trás, depois de jogadores e funcionários terem ficado três meses sem receber ordenado. O técnico do Vilafranquense apontou agora ao objetivo de assegurar o playoff de acesso à Segunda Liga "todos juntos".

"Tudo o que se passa na nossa casa fica na nossa casa. Somos uma família nos bons e nos maus momentos. Por isso, as coisas estão resolvidas e estamos todos juntos. Queremos continuar juntos e fazer a diferença", começou por vincar o técnico que sucedeu a Vasco Matos no cargo de treinador dos ribatejanos. A equipa de Vilafranquense, atualmente no segundo lugar, só depende de si própria para se qualificar para a fase seguinte. Para tal, precisa de vencer os próximos e derradeiros jogos da fase regular da Série C do Campeonato de Portugal, diante de Torreense e Nogueirense. Com esse intuito, Filipe Moreira lançou um apelo aos adeptos e claque vilafranquense para o embate do próximo domingo.

"O público está a empurrar a equipa, aparece nos treinos, incentiva os jogadores e neste período difícil disse presente. É fantástico contar com esta gente na retaguarda é fantástico. O que é que agora peço? Que vão todos a Torres Vedras! O cão, o gato, o coelho, o pássaro, o javali, todos! Que vão para Torres Vedras apoiar estes jogadores porque estaremos até ao último momento com eles. Estamos num bom caminho", vincou o treinador português de 54 anos.

Numa análise à vitória com o Caldas, a segunda maior da época (5-1), Filipe Moreira frisou a dificuldade em alcancá-la e enalteceu a qualidade dos jogadores à disposição: "O jogo não foi nada fácil, especialmente nos primeiros 45 minutos. Até final da primeira parte foi um jogo equilibrado e amarrado. Na segunda parte entrámos fortíssimos como tem sido apanágio da nossa equipa. Entrámos com o espírito de campeões. Esta segunda parte diz-nos que temos de ter sempre muito respeito pelos adversários mas aquilo que fizemos foi fantástico. Os jogadores foram mais uma vez donos de uma qualidade tática, técnica e de uma atitude posicional que não é muito natural existir. A vitória é dos jogadores, foram eles que conseguiram fazer a diferença. Quando há magia dentro do campo, um treinador pode perceber o nível de jogadores que aqui tem", sintetizou, agradeceu o apoio clínico e também ao técnico do escalão de juniores, Paulo Robles, a disponibilidade de cedência de atletas num momento em que a equipa sénior do Vilafranquense conta com menos quatro alternativas. Recorde-se que Stehb, Daniel Almeida, Jacinto e Diogo Freire avançaram para a rescisão por justa causa.

Por Flávio Miguel Silva
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