Pedra atirada contra carro de um dirigente do União da Madeira

Alegado autor do ataque, Estanislau Barros, desmente esta versão e promete atuar na justiça

Uma vez mais, o popular "União da bola" volta a ser falado pelas piores razões. Desta vez, não foi a SAD unionista que esteve em destaque pela negativa, mas sim o clube. Os dirigentes do "novo União", o presidente da Associação Desportiva União da Madeira, Jaime Gouveia, e o vice-presidente, Pedro Araújo, denunciaram nas redes sociais uma cena violenta que envolveu estes dois elementos e o atual presidente da Assembleia Geral, Estanislau Barros.

Segundo a versão contada nas redes sociais pelos dois responsáveis unionistas, após terem estado no complexo do clube, no Vale Paraíso, na Camacha, a efetuar o pagamento do mês de outubro aos colaboradores da ADUM, aquando da sua saída foram provocados com impropérios por parte do líder da assembleia unionista. Depois, após sair do parque de estacionamento no seu carro, Jaime Gouveia revelou que ao passar em frente ao bar, Estanislau Barros atirou uma pedra de alguma dimensão que atingiu a porta do lado direito do veículo e só não atingiu o vidro da porta porque o condutor guinou o carro para o lado esquerdo. Pedro Araújo também referiu nas redes sociais, "se a pedra entrava pelo vidro do meu lado para onde a mesma foi arremessada, não sei o que poderia me ter acontecido! Nunca vivi nada semelhante e estou realmente atordoado com isto!", disse, chegando mesmo mais longe: "Não sei se tenho condições para continuar na AD União da Madeira depois deste triste episódio".

Estanislau Barros, como presidente da Assembleia Geral do União, emitiu um comunicado onde confirmou o incidente mas a sua versão do acontecido é bem diferente do relato de Jaime Gouveia e Pedro Araújo:" Para os devidos efeitos, venho por este meio tornar público, em relação às acusações graves e infames que me são conferidas nas últimas horas por dois elementos que não classificarei. Recuso assim prestar qualquer declaração que alimente ainda mais o clima de guerrilha instituído no seio desta instituição centenária que tenho a honra de fazer parte. Tendo para o efeito e em termos particulares, socorrido em termos de defesa pessoal, de todos os mecanismos ao abrigo da lei para defender a minha integridade física e o meu bom nome, deixando nas mãos da justiça o desfecho legal deste episódio".

Queixa na PSP de Santa Cruz

Record conseguiu apurar que perto da meia noite foi apresentada uma queixa na esquadra da PSP de Santa Cruz  por parte de Estanislau Barros contra Jaime Gouveia. O assunto seguirá por via legal, sendo provável que o Ministério Público possa averiguar este acontecimento dando sequência ao mesmo. Refira-se que aquando deste episódio, a polícia esteve no complexo desportivo unionista tomando conta da ocorrência.

Estanislau Barros revelou ainda no comunicado que emitiu que, face às funções que desempenha, irá agendar uma Assembleia Geral do clube para que tudo seja esclarecido e que a vida do emblema madeirense volte à normalidade.

Por João Manuel Fernandes
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