Contas complicadas

Desaire inesperado na receção ao Feirense deixou os sadinos em situação muito difícil

• Foto:  Fernando Ferreira 

Sem rodeios, depois da derrota (0-2) com o Feirense, José Couceiro afirmou que o V. Setúbal tinha levado um "murro no estômago". O desfecho inesperado pôs fim a um período de quase cinco meses em que os sadinos – com três vitórias e três empates – só tinham perdido no Estádio do Bonfim com o Benfica (1-2), num encontro em que o golo do triunfo das águias só surgiu em tempo de compensação e de penálti, por intermédio de Raúl Jiménez.

Com as contas da permanência de repente mais baralhadas do que nunca, a formação sadina fica agora à espera do resultado do duelo de hoje entre Aves e Estoril, adversários diretos na luta pela sobrevivência no principal escalão do futebol português. Caso o Aves some os três pontos, o Vitória cai mesmo para a zona de descida. Ainda assim, vêm aí duas autênticas finais para os homens de José Couceiro. A primeira será no próximo domingo, na Amoreira, diante dos canarinhos, partida que terá contornos dramáticos uma vez que poderá traçar o destino de uma das equipas na prova.

Apesar da deceção vivida em Setúbal após a derrota com o Feirense, a equipa – que goza hoje o segundo dia de folga – está ciente do caráter decisivo que reveste a próxima jornada. Depois do encontro com o Estoril, os sadinos fecham a participação em mais uma edição do campeonato com a receção ao Tondela, que já tem a permanência assegurada e acaba de gelar a Luz.

Por Ricardo Lopes Pereira
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