André Claro: «Todos gostariam de fazer parte de um plantel de milhões»

André Claro: «Todos gostariam de fazer parte de um plantel de milhões»
André Claro: «Todos gostariam de fazer parte de um plantel de milhões» • Foto: Rui Minderico

Record - Representou o FC Porto entre os 13 e os 18 anos. Acalenta o sonho de voltar ao seu antigo clube?

AC –Quando se trata de grandes clubes, a resposta só pode ser sim. Não só quem lá jogou, mas todos os outros gostariam de fazer parte de um plantel de milhões como o FC Porto, Benfica ou Sporting.

R - Qual a sua maior ambição?

AC – A resposta é fácil para qualquer jogador. Gostaria de vir a jogar na Liga dos Campeões [pelo FC Porto chegou a ser suplente contra o Apoel], em termos de clubes, e de poder participar num Mundial/Europeu pelo meu país.

R - Quais são as suas principais referências?

AC – Como quase toda a gente, gosto muito do Cristiano Ronaldo e do Messi. Não gosto do conceito de ídolo, mas ambos são as minhas principais referências no mundo do futebol.

R - Dez dos 16 golos foram apontados pela dupla Claro-Suk. Facilita-lhe a tarefa ter ao seu lado o sul-coreano?

AC – Somos os jogadores mais adiantados, por isso é normal termos mais golos. A qualidade do Suk não é de agora. No entanto, o Costinha e o Ruca têm participado nos lances de quase todos os golos. Queremos vencer e quem nos vê jogar percebe que somos mais equipa dentro de campo do que outros clubes.

R -  O responsável pela boa campanha da equipa é o treinador Quim Machado?

AC – É ele e são os jogadores. Criámos um grupo espetacular e todos querem ganhar. O míster e os jogadores têm uma ambição enorme. Todos conhecemos a história do Vitória e ele pediu-nos que respeitássemos a camisola que vestimos para alcançar os melhores resultados possíveis.

R - Esteve três épocas no Arouca. Como vai ser o reencontro de domingo com o seu anterior clube?

AC – Há um sentimento especial pelo clube e pelos amigos que lá deixei. O Arouca fez parte da minha formação e evolução como jogador. Deu-me a oportunidade de me estrear na 1.ª Liga. Também foi o Arouca que me foi buscar [a Famalicão] quando estava na 2.ª B.

R - Como foi a sua adaptação à cidade de Setúbal?

AC – Adoro viver em Setúbal. Também gostava de viver em Lisboa, mas, neste momento, prefiro viver aqui. É mais tranquilo, tem a Arrábida e o Sado, que são lindíssimos.

R - Que mensagem deixa os adeptos?

AC – Continuem a acreditar em nós. É normal que a fasquia esteja mais elevada. Acredito que até os nossos adeptos tenham ficado surpreendidos com as nossas exibições. Se houver um resultado negativo, talvez isso mexa com eles. São muito importantes e ajudam-nos a resolver vários jogos.

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