Lito Vidigal irritado com jogadores na festa do V. Setúbal: «Quando não há respeito não há relação»

Técnico estava na zona de entrevistas rápidas quando foi abalroado e encharcado

Frame: Sport TV
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O encontro entre Vitória de Setúbal e Belenenses SAD teve muita emoção desde os instantes iniciais até... ao pós-jogo. No final do encontro, Lito Vidigal prestava as habituais declarações na zona de entrevistas rápidas quando um grupo de jogadores do Vitória de Setúbal decidiu interromper o momento e festejar com o treinador. Entre alguns empurrões, o Lito Vidigal levou alguns 'calduços' e acabou completamente encharcado. 

Quando retomou à 'flash-interview', o treinador deixou bem claro que ficou desagradado com a atitude dos jogadores. "Há questões que não podemos ultrapassar. Há uma palavra que me segue desde criança que é respeito. Quando não há respeito não há relação", apontou.

Chegada ao Vitória de Setúbal

"A escolha de um treinador é certa quando se conseguem objetivos. Tivemos um desafio muito difícil. Neste momento da época, fazer quatro jogos com 19 dias para trabalhar é difícil. Fizemo-lo porque era difícil e por respeito a esta instituição. A partir do momento em que aceitei, trabalhei o grupo para sermos equilibrados e para sabermos sofrer. Há muito mérito dos jogadores no que conseguimos agora."

Vitória dedicada aos adeptos

"O Vitória é um clube de massas e esta vitória é para os nossos adeptos. Foi pena não poderem estar no estádio. Disse ao intervalo o mesmo que no início. Tínhamos de ser emocionalmente muito equilibrados e estar só focados nas nossas tarefas."

Alterações para o derradeiro jogo

"Fizemos algumas adaptações na organização tática. Desde que cheguei, geri as emoções com calma e ponderação. A mensagem tem de ser passada aos jogadores, a alguns têm de ser com gritos e outros com beijos. Estávamos a jogar a vida do clube e isso é maior do que nós próprios. A responsabilidade que tive quando aceitei foi esquecer-me de mim e pensar no Vitória, na cidade e nos vitorianos. Passei a mensagem de que seria possível. Evitámos o ruído externo que foi aparecendo nas últimas jornadas. Nem sequer demos atenção a esse ruído. Antes do jogo, os jogadores estavam tranquilos. Também passo essa mensagem. A minha linguagem corporal diz que não sou efusivo, apesar de, às vezes, ser preciso ser agressivo."

Descida do Portimonense

"Para uma equipa ganhar teve de ser melhor do que a outra. O jogo tem muitas variantes e vertentes. Não vou falar sobre as outras equipas. Trabalhámos muito para ficar na 1.ª Liga."

Futuro será à frente do Vitória?

"Num momento destes pode-se falar de alguma coisa? Ainda não estamos cientes do que aconteceu. Seria fora de tempo. Vamos desfrutar um pouco deste momento", concluiu.

Por Sérgio Magalhães
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