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Além do Termo de Identidade e Residência (TIR) que lhe tinha sido imposto pelo Ministério Público (MP) na manhã desta segunda-feira, Marco Gonçalves, arguido no caso da agressão ao árbitro do jogo entre o SC Rio Tinto e o Canelas 2010, também está proibido de contactar com árbitros e entrar em recintos desportivos.
O agravamento das medidas de coação foram confirmadas pelo seu advogado, Nélson Sousa, à saída do Tribunal de Instrução Criminal, na tarde desta segunda-feira, onde Marco Gonçalves se apresentou a um juiz. O jogador do Canelas 2010 poderá ser acusado por ofensa à integridade física qualificada. "Vamos ver se é admissível neste caso, se calhar não é", disse.
O advogado Nélson Sousa criticou a cobertura mediática que o caso está a ter e citou um caso histórico do futebol português. "Nós temos alguém que é dirigente na FPF e que na fase final de um Campeonato do Mundo agrediu um árbitro. Todo o país o defendeu e eu até acho muito bem", disse, numa referência ao conhecido episódio protagonizado por João Vieira Pinto.
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