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O Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) deu razão ao recurso apresentado por Reggie Cannon e pelo Queens Park Rangers, de Inglaterra, à decisão da FIFA, de junho de 2024, que tinha determinado que o antigo jogador do Boavista não tinha motivos para rescindir por justa causa com os axadrezados, condenando o lateral e o clube pelo qual viria a assinar a pagar cerca de 1,3 milhões de euros.
A decisão foi agora revertida e será o Boavista a ter de pagar uma indemnização ao jogador, atualmente a representar os Colorado Rapids, e ao clube inglês. O próprio jogador confirmou o desfecho numa mensagem partilhada nas redes sociais.
"A partir de hoje, eu e o QPR vencemos oficialmente o nosso recurso no Tribunal Arbitral do Desporto contra o meu antigo clube, o Boavista. A decisão original, em junho de 2024, foi completamente revogada e substituída por uma nova decisão que é final e vinculativa que refere que tinha justa causa para terminar o acordo de emprego com o Boavista, após inúmeras quebras de contrato que persistiram durante toda a minha estadia no clube. A decisão declara o Boavista responsável por uma indemnização", começou por escrever, deixando uma mensagem ao clube que lhe abriu as portas do futebol europeu.
"Quero aproveitar este momento, apesar de tudo, para dizer um adeus apropriado ao clube e a este capítulo da minha vida. Independentemente das circunstâncias, estou e sempre estarei agradecido pela oportunidade de jogar por um clube histórico e por adeptos tão apaixonados. Gostaria que o meu tempo lá tivesse sido diferente e não tivesse de acabar nestas circustâncias. Obrigado ao TAS por aceitar o recurso e obrigado a todos os fãs pelo apoio fantástico", terminou.
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