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Petit: «Há alturas em que cometemos erros infantis fruto da juventude de alguns jogadores»
Treinador do Boavista lamentou novo penálti cometido pela sua equipa após o empate com o Sp. Braga
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Petit lamentou o facto de o Boavista ter voltado a ser castigado com um penálti, tal como tinha acontecido na jornada passada com o Estoril, após o empate com o Sp. Braga, num jogo que considerou ter sido "muito amarrado na primeira parte".
"Foi um jogo muito amarrado na primeira parte. Até ao lance do penálti, não havia oportunidades dos dois lados. Cometemos mais um erro a sofrer uma grande penalidade, tal como na semana passada [no triunfo sobre o Estoril Praia]. Tivemos de reagir e tentámos mudar para um 4-3-3, mas não criámos muitas situações. Corrigimos ao intervalo, porque tínhamos trabalhado durante a semana sobre o espaço que poderia estar disponível nas costas do lado esquerdo do Sp. Braga. Na primeira parte, nunca conseguimos esticar o jogo para abrirmos espaços entrelinhas", começou por referir à Sport TV.
"Mudámos completamente na segunda parte, começámos a alternar entre profundidade e jogo interior e chegámos à igualdade. Depois, o Sp. Braga teve mais duas ocasiões. O jogo ficou muito partido e com situações para os dois lados. A definição não foi a melhor da nossa parte. Foi um ponto. Não era o que queríamos, mas é mais um", acrescentou o técnico do Boavista.
Constantes más entradas em jogo?
"É uma boa pergunta, porque também ando à procura de soluções. Temos entrado nos jogos a sofrer primeiro e a andar atrás do prejuízo. Cheguei ao Boavista em dezembro e vou vendo evolução nos jogadores, mas tenho de tentar ver porque não entrámos bem nos jogos e temos de sofrer para depois reagir."
Erros cometidos são "fruto da juventude de alguns jogadores"
"Há situações em que cometemos alguns erros infantis, fruto da juventude de alguns jogadores. A quantidade de penáltis que temos sofrido por causa de bolas na mão está a penalizar-nos. Às vezes, temos de ser mais intensos para querer mandar logo desde o início, mantendo o respeito pelo opositor. Isso não está a acontecer e vamos analisar", concluiu.