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Petit lembrou Musa para falar de Róbert: «Também teve dificuldades quando cá chegou...»
Avançado eslovaco apontou o único golo axadrezado no triunfo sobre o Paços de Ferreira
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Petit, treinador do Boavista, analisou o triunfo (1-0) dos axadrezados na receção ao Paços de Ferreira, em jogo da quinta jornada da Liga Bwin. "Tivemos duas ou três situações para marcar. O opositor jogou num bloco mais baixo para sair em transição e teve uma situação num pontapé de baliza a nosso favor, em que César e [Vincent] Sasso podiam ter deitado tudo a perder", começou por dizer o técnico.
Análise ao segundo tempo
"Na segunda parte, entrámos bem e temos uma boa chance pelo Róbert [Bozeník]. O Paços de Ferreira teve uma boa transição com um remate de fora da área, mas fomos controlando o jogo e fizemos um grande golo pelo Róbert. Depois, soubemos sofrer. Era normal que o Paços de Ferreira tivesse uma reação, já que não tinha vitórias na Liga, mas não criou muito perigo e acabámos por ser felizes. Foi uma vitória difícil, mas justa."
A adaptação do avançado Róbert e o exemplo de... Petar Musa
"O avançado vive de golos. Sabemos da qualidade do Róbert. É jovem e tem de conhecer a ideia do seu treinador e as dinâmicas da equipa. Chegou muito bem cá na pré-época, mas, depois, teve duas ou três semanas sem competir e isso prejudicou-o, tal como Sasso, Salvador [Agra] e Bruno [Lourenço]. Acreditamos nele e estamos a trabalhá-lo. É importante que ele faça golos, porque a confiança aumenta. Ainda não estava cá, mas lembro-me que [Petar] Musa também teve dificuldades quando chegou [ao Boavista na época passada]. O Bozeník deu-nos três pontos e está a crescer dentro desta equipa."
Satisfeito com soluções nas alas
"O [Kenji] Gorré não estava a jogar quando cheguei. Optámos muito por colocar Yusupha, [Gustavo] Sauer e Musa. Ele não treinava bem e tivemos uma conversa sobre aquilo que pretendíamos, pois, vivendo da explosão no um contra um, precisava de trabalhar mais a sua força para sair desses lances. Muitas vezes, protegia-se um bocadinho nos treinos e andámos sempre atrás dele. Tem aquele sorriso e é 'puxa-saco', mas gosto de levar ao limite esses jogadores. Temos mais soluções diferentes nas alas e estamos satisfeitos", terminou.