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Treinador compreendeu a frustração dos adeptos do Boavista e assume "o caos" no jogo da última jornada da Liga
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Stuart Baxter assumiu a "grande desilusão" que teve por não ter conseguido levar o Boavista, pelo menos, a disputar o playoff de permanência na 1ª Liga. Contratado para a fase final a época para tentar o milagre da salvação axadrezada, o treinador escocês acabou por não conseguir os seus objetivos, depois de duas vitórias nos últimos cinco jogos, ambas precisamente frente aos adversários diretos Farense e AVS SAD.
O Boavista acabou o campeonato a perder 4-1 em Arouca e Baxter ficou claramente marcado por esse jogo.
"Estavam lá cerca de 3.000 adeptos do Boavista. Podem imaginar o caos que foi. Como pessoa do futebol não gosto, mas percebo que tenham de expressar a sua insatisfação que já durava há algum tempo. Não foi nada contra mim, atenção, ou contra o atual presidente ou até contra os jogadores. Foi uma forma dos adeptos libertarem a frustração que durava há alguns anos. Mas foi tudo muito intenso, até precisámos de escolta policial, atiraram-nos pedras. Não foi divertido, mas percebo a situação", destacou o treinador escocês em entrevista ao portal sueco Fotbollskanalen.
"Foi uma grande desilusão para mim, como devem imaginar. Quase conseguimos chegar o playoff da permanência. Vencemos jogos, tínhamos a faca contra a nossa garganta, pressionámos o FC Porto no dérbi, devíamos ter feito o 2-2, mas não me posso queixar desse jogo", juntou ainda Stuart Baxter, concluindo: "Além disso, as outras equipas que estavam na luta também conseguiram resultados. Na última jornada precisávamos de vencer e achava que se fizéssemos a nossa parte ia ser suficiente. Mas sofremos cedo, tivemos um golo anulado e depois eles voltaram a marcar e foi o pânico."
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