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Tiago Morais e a época do Boavista: «Todas as equipas atravessam momentos bons e menos bons»
Avançado dos axadrezados em entrevista a Record
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Para assinalar os três anos do dia em que Tiago Morais se tornou no jogador mais jovem do Boavista, Record juntou-o a Nuno Gomes para uma conversa sobre futebol, o clube boavisteiro e a convivência no Benfica. De 21 para 21. E, nesta entrevista, Tiago Morais falou também sobre a época, a nível individual e coletivo RECORD: A estreia na equipa principal aconteceu na época 2020/21; na 2021/22 esteve na equipa principal e ainda passou pelos juniores; em 2022/23 foi emprestado ao Leixões. Quão importante foi essa temporada de empréstimo para depois voltar ao Boavista?´
RECORD: A estreia na equipa principal aconteceu na época 2020/21; na 2021/22 esteve na equipa principal e ainda passou pelos juniores; em 2022/23 foi emprestado ao Leixões. Quão importante foi essa temporada de empréstimo para depois voltar ao Boavista?´
TIAGO MORAIS - Acho que foi muito importante. É sempre bom saborear os primeiros passos na equipa principal, mas nem sempre temos a sequência que desejamos. Passei um bom tempo sem jogar e sou jovem, preciso de jogar. Senti essa necessidade e, em conjunto com o Boavista, achámos que era uma boa solução. Cresci muito no empréstimo, como jogador e pessoa. Cheguei muito mais maduro para conquistar o meu espaço.
R - Isso ajuda a explicar o rendimento desta época: 15 jogos, 5 golos e duas assistências?
TM - Talvez, talvez.
R - O Boavista chegou a estar na liderança e entretanto ocupa o 12.º lugar. O que aconteceu?
TM - É futebol. Nem sempre conseguimos manter a mesma performance e todas as equipas atravessam momentos bons e menos bons. Há sempre um jogo para ganhar e temos de focar-nos nisso.
R - Têm sido noticiados alguns problemas financeiros no Boavista, com salários em atraso, por exemplo. O que se passa e de que forma tem afetado o plantel?
TM – Não há muito que possa dizer. Enquanto jogador tenho de focar-me no treino e no jogo. Esse tipo de assuntos ultrapassam-me e não há muito que possa dizer, apenas tentar fazer o melhor dentro de campo.
R - Tem contrato até 2026. A saída é um objetivo a curto ou longo prazo?
TM – Não penso muito sobre isso. Quem me conhece sabe que gosto de olhar para o momento. Sou jovem, mas o futebol é o momento. É a uma boa forma boa de olhar para o futebol e para a vida.
R - Tem algum campeonato de eleição?
TM – Não. Quer dizer, as principais ligas são as mais atrativas, mas não tenho nenhum em específico.