Desacatos no final de Assembleia Geral do Lixa obrigam a intervenção da GNR

Jorge Teixeira foi reeleito presidente do clube numa reunião magna que foi tudo menos pacífica

Terminou com a reeleição de Jorge Teixeira como presidente do Lixa por mais um ano uma Assembleia-Geral quente, cujo tema mais debatido foi o acordo polémico da direção que terminava o mandato com a empresa de agenciamento de jogadores 'Around Victory'. O dirigente teve 72 votos a favor, nove contra e 14 abstenções.

O ato eleitoral tinha dois candidatos, mas acabou por ser apenas a lista de Jorge Teixeira a ser apresentada, uma vez que o opositor, Manuel Sousa, recusou apresentar a sua por considerar que a assembleia geral estava a decorrer de forma ilegal porque, alegadamente, alguns sócios terão sido impedidos de pagar quotas para não participarem na mesma reunião magna.

145 sócios deram corpo à assembleia geral que teve lugar no Estádio Senhor do Amparo. Perante a forte constestação dos sócios ao acordo supracitado, dado que entendem que seria para prejuízo do clube, a direção decidiu dar um passo atrás. "O acordo já não existe", disse Albino Lopes, porta-voz da estrutura diretiva dos lixenses.

No final, a revolta dos associados traduziu-se ainda em desacatos no exterior do estádio que obrigaram à intervenção da GNR.

Por Pedro Alves
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