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Alienação de património pode render 25 milhões e promete aquecer assembleia de sexta-feira
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Os sócios do V. Setúbal, que compete esta época na 2.ª divisão da AF Setúbal, vão na sexta-feira em Assembleia Geral discutir o projeto imobiliário para os terrenos do Complexo Desportivo do Bonfim e deliberar sobre a alienação de bens imóveis que integram o património do clube numa sessão que promete aquecer o pavilhão Antoine Velge.
Em cima da mesa está um projeto que prevê a construção de oito torres de habitação e espaços comerciais nos topos norte e sul do estádio. Como contrapartida, o clube encaixa cerca de 25 milhões de euros de forma a cumprir o PIRE (Plano de Recuperação) e modernizar as bancadas centrais do recinto. O presidente Carlos Silva considera que sem a aprovação do projeto o clube não tem condições de sobreviver.
"A alienação de património é a única solução que há para salvar o Vitória e cumprir com as prestações durante os 10 anos do PIRE", diz, referindo que está disposto a afastar-se do cargo que ocupa desde dezembro de 2020 se alguém apresentar uma alternativa credível. "Se houver uma solução, que não obrigue o Vitória a alienar património, seria espetacular." Os Movimentos 'Pró Vitória' e 'Vitória Sempre', que reúnem sócios insatisfeitos com a gestão do clube, não reconhecem "competência" aos atuais dirigentes para alienar património e alertam para os perigos. "O que for aprovado deve assegurar um plano de pagamento sustentável, com prestações a longo prazo (10 anos). Não podemos permitir que o Vitória seja levado à ruína com decisões de curto prazo, que paguem apenas as primeiras prestações. Este é o momento de garantir que o Vitória permaneça um clube com futuro. Se vendermos tudo agora, ficaremos sem alternativas", sustenta José Ferreira, do Movimento 'Pró Vitória'.
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