Caso dos emails: o respeito pelos "colegas e amigos", a procuradora embevecida e as referências literárias

Falta apenas saber a sentença de um processo com advogados em lados opostos da barricada que são amigos

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• Foto: Duarte Roriz

No último dia das alegações finais, João Medeiros, advogado do Benfica, chegava ao Campus de Justiça alguns metros à frente de Francisco J. Marques e o respetivo advogado, Nuno Brandão, além de Diogo Faria e André Domingues, causídico de Júlio Magalhães. Na altura de entrar no edifício, quando viu quem se aproximava, fez questão de lhes segurar a porta e de os cumprimentar. Feita a inscrição junto da segurança, João Medeiros e Nuno Brandão seguiram sozinhos no elevador e o segundo nem esperou pelo cliente, que ficou para trás com Diogo Faria e André Domingues. Tal como já tinha ficado explícito em julgamento era mais uma prova da boa relação que existe entre grande parte dos advogados, mesmo que defendam lados diferentes e, por vezes, haja palavras mais ríspidas.

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