Daniel Carriço sobre Cristiano Ronaldo: «Era a loucura quando ele visitava a academia do Sporting»

"Quando o Cristiano vinha, perguntava quais eram as novas fintas que lá andavam", lembra o defesa-central

• Foto: Amândia Queirós
Daniel Carriço esteve no World Scouting Congress, no Porto, onde recuou no tempo até aos dias em que ia de metro de Cascais a Alvalade.

"No Sporting apanhava comboio, metro… saía da escola a correr. De Cascais a Alvalade. É impensável uma criança de 11 anos hoje apanhar o metro até Lisboa. O Sporting depois criou a Academia e fui para lá. Ia aos fim de semana a casa, mas havia colegas que não, mas era a luta por um sonho. Muitos talentos ficaram pelo caminho, muitos com mais talento do que eu mas se calhar não tinham a mesma ambição", começou por dizer o defesa-central.

"O Sporting foi pioneiro ao nível de academia, fazíamos ginásio aos 14 anos, um processo que não havia em Portugal. Mas o futebol na academia não deixou de existir. Tínhamos um campo sintético onde todos jogavam, 1x1 a campo inteiro. Hoje em dia estão máquinas de ginásio", prosseguiu, antes de lembrar o maior produto da formação sportinguista: Cristiano Ronaldo.

"Quando o Cristiano foi para Manchester, os amigos, o Semedo e o Miguel Paixão ainda estavam na Academia e também estavam lá alguns jovens que gostavam muito de driblar. Quando o Cristiano vinha, perguntava quais eram as novas fintas que lá andavam e ele apanhava uma ou duas. Naquela altura era fantasia pura. Era uma loucura quando ele vinha à academia", recordou Daniel Carriço, que na temporada passada fez seis jogos nos espanhóis do Almería.
Por Diogo Matos
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