G-15 pede reunião à Liga por causa do Gil Vicente

Grupo esteve reunido e quer mais esclarecimentos relativamente à reintegração dos gilistas

• Foto: Nuno Fonseca

O G-15 vai avançar com um pedido de reunião com a direção da Liga de Clubes para esclarecer o processo de reintegração do Gil Vicente na próxima temporada. A posição foi assumida por Carlos Pereira, presidente do Marítimo, no final do encontro entre vários clubes da primeira e segunda Liga.

"Falámos sobre muita coisa, analisamos os pós e os contras [da reintegração do Gil Vicente na 1.ª Liga] e analisámos o que foi ao acordo e o memorando de atendimento. O que foi decidido depois de muita discussão e apreciação foi solicitar ao senhor presidente da Liga uma reunião com caráter de urgência para segunda-feira, pelas 10:30 horas, nesta mesma sala, com este mesmo grupo, para podermos ser mais esclarecidos em relação ao que foi o memorando e o acordo. Nada melhor para esclarecer do que a primeira pessoa que subscreveu o acordo e o memorando para trazer todos os esclarecimentos e que possam ser suficientes para tomarmos uma decisão. Que fique bem claro que não há nada contra o Gil Vicente, nem contra ninguém, o que há é a nossa interpretação em benefício do futebol português", explicou o líder do clube insular.

Relativamente ao polémico memorando assinado entre Liga, Gil Vicente e Belenenses, Carlos Pereira não quis aprofundar: "Não vejo guerra entre Liga e Federação, não tivemos acesso às reuniões entre os clubes em causa [Gil Vicente e Belenenses] e seria leviano da nossa parte adiantar alguma coisa sem ter uma explicação sobre o que foi discutido. Estamos a chegar à ponta final do campeonato e queremos ver um esclarecimento. Se esta situação foi levantada agora? Esta situação vem a ser discutida há muito e como agora estamos na posse de todos os documentos, foi por isso que nos reunimos para analisar numa reunião franca e aberta."

Sobre o comunicado de hoje da Federação, a exigir a reintegração do Gil Vicente em 2019/20, o responsável máximo do Marítimo sublinhhou que "a FPF tem o direito de pensar no que quiser, mas os clubes também têm o direito de interpretar a norma da forma como ela está redigida."

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