Hilário: «Com a Coreia ia ser canja»

Magriços - 50 anos depois

• Foto: Pedro Simões

Portugal, 5-Coreia do Norte, 3. A vitória de Seleção, nos quartos-de-final do Mundial de 1966, é uma das páginas épicas da história do futebol, mas o pior esteve para acontecer. "Com a Coreia ia ser canja", lembrou Hilário, presente ontem no colóquio que decorreu no Grupo Desportivo de Lousa, juntamente com Simões e José Augusto. "Entramos adormecidos e aos 25’ perdíamos 3-0."

A seguir assistiu-se a uma reviravolta frenética, para a qual muito contribuiu o treinador Otto Glória, ao intervalo. "Chegou ao balneário, pendurou o casaco, tirou a gravata e gritou: ‘Seus filhos... o que é isto? Tu, Hilário, estás a levar um bailarico. Eusébio, contra o Brasil já tinhas feito 30 remates! Não dou mais palestra, resolvam vocês o problema", recordou Hilário. Portugal fez cinco golos (quatro de Eusébio) e seguiu para a meia-final, com a Inglaterra, perdida por 2-1.

"E se houvesse substituições?" – questionou Simões, lembrando que na altura jogava o mesmo onze de princípio a fim. "Ninguém sabe o que poderia ter acontecido se pudéssemos ter descansado", no Mundial da melhor classificação portuguesa de sempre – 3º lugar.

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