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Extremo analisou ainda o momento do FC Porto e falou da ida de Hugo Viana para o Manchester City
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Ricardo Quaresma destacou o atual momento do Sporting, sublinhando que continua a gostar do clube, apesar do seu trajeto mais marcante no FC Porto, clube do qual é adepto assumido.
"Este é o ano mais forte do Sporting desde que o Rúben Amorim pegou no clube. Fico feliz por ver um clube português a triunfar na Champions, por isso desejo a maior sorte do Mundo ao Sporting. Foi lá que cresci. Não tenho nada contra o Sporting, apesar de muitas pessoas acharem isso. Não sei se é por ter assumido que sou portista, mas não esqueço o Sporting e não cuspo no prato em que comi durante muitos anos", disse o antigo internacional português à margem dum evento em que participou, esta quarta-feira, numa conhecida hamburgueria de Lisboa.
Sobre a ida do atual diretor desportivo dos leões para o Manchester City, o rei das trivelas afirma que tal se justifica devido ao trabalho que tem desempenhado em Alvalade. "O [Hugo] Viana está no sucesso do Sporting, por isso merece estar a passar por esta fase boa da vida dele e que continue. Um dos grandes objetivos do Viana não era acabar no Sporting, por isso tem um dos maiores clubes do Mundo para mostrar o seu valor e é desejar-lhe boa sorte", referiu.
Já sobre a nova versão do FC Porto, o Mustang, como ficou conhecido, lembrou que Villas-Boas entrou numa fase delicada e que será preciso dar tempo. "Como adepto, temos que ter muita paciência. Os adeptos do FC Porto são diferentes e nós sabemos disso, são muito exigentes mas há que dar tempo ao tempo. O André [Villas-Boas] entrou numa fase complicada no clube, pouco a pouco está a começar a levantar o clube. Ainda assim, o FC Porto com o plantel que tem e com aquilo que pode fazer, tem estado a lutar pelo título, pelo que nós adeptos temos que estar orgulhosos e espero que voltem os títulos o mais depressa possível", salientou.
Aos 41 anos, o extremo ainda não pôs um ponto final na sua carreira e não sabe onde irá dar a trivela final. No entanto, já idealiza os possíveis palcos para pendurar as chuteiras. "Tenho três clubes que me marcaram muito. O Sporting onde comecei e depois ao longo da minha carreira tenho dois amores, um chama-se FC Porto e o outro Besiktas. Se não voltar a jogar, pelo menos um jogo de despedida quero fazer. Vamos ver se é no FC Porto, se é no Besiktas", rematou.
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