Sérgio Vieira: «Há dirigentes no nosso país que têm culturas diferentes»

Técnico abordou a questão da barreira linguística no futebol durante o I Fórum Lateral Esquerdo, em Paredes

• Foto: José Reis/Movephoto

Sérgio Vieira incluiu o painel de convidados que deu por encerrado o I Fórum Lateral Esquerdo, que decorreu em Paredes, e abordou a questão da barreira linguística no futebol através da sua passagem pelo futebol brasileiro.

"A barreira linguística é uma realidade que não encontramos só no Brasil ou noutras culturas. Até dentro do nosso próprio país há culturas diferentes, em clubes diferentes, há presidentes e diretores com formas de pensar diferentes. As principais dificuldades na barreira linguística são a forma de pensar e a forma de ver a organização do clube, que pode influenciar o rendimento do jogo. Por isso, quando falamos de países distantes do nossos, com uma cultura com características muito diferentes, acentua-se de forma mais profunda. Mas no nosso país também existem essas dificuldades", referiu o novo treinador do Farense.

A opção de trabalhar no Brasil foi "muito bem calculada". "E porque tive oportunidade de ir para um clube que tinha um dos projetos mais ambiciosos a nível mundial. Estruturalmente, o Atlético Paranaense tem uma arena com teto de fechar, tem uma academia com dez campos de treino. Era um exemplo completamente diferente do que eram os clubes na América Latina e Brasil e que nenhum clube português, tirando o Benfica se podia comparar".

Por José Santos
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