Universidade Portugal Football School quer potenciar as seleções e aumentar praticantes

Diretor do organismo entende que é necessária uma melhor "formação de todos os agentes desportivos"

• Foto: Diogo Pinto

A Portugal Football School, universidade da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), trabalha para potenciar a qualidade das seleções nacionais e aumentar o número de praticantes nas federações, servindo os grandes objetivos do organismo.

"A nossa visão é que a formação de agentes desportivos é fundamental para atingirmos estes objetivos. Quando pensamos em aumentar o número de jogadores e jogadoras, a qualidade da oferta que o futebol disponibiliza em todas as zonas do país é crucial. E a qualidade da oferta está diretamente relacionada com a formação de, essencialmente, dirigentes e treinadores", explica André Seabra.

Em declarações à Lusa, o diretor da Portugal Football School realçou a "importância de cuidar da base" do futebol, futsal e futebol de praia, sendo que a melhor forma de o fazer é através de uma cada vez mais forte e melhor "formação de todos os agentes desportivos".

"Treinadores, árbitros, dirigentes, jogadores, médicos, enfermeiros e fisioterapeutas, todos com responsabilidade na promoção do futebol em Portugal", justificou.

A atividade central e dinamizadora da Portugal Football School é a investigação em futebol, futsal e futebol de praia e a sua oferta formativa aposta em especial "no desenvolvimento dos resultados de evidências científicas".

Os cursos, para os quais já existe "lista de espera" nos níveis de iniciação para dirigentes, com interesse para que os mesmos sejam ministrados em diversos pontos do país, têm por missão formar melhores líderes, potenciados com "honestidade, visão, abertura de espírito, inventividade, coerência e resiliência".

"Um líder vale tanto como a equipa que o rodeia e a capacidade que tiver de delegar responsabilidades", salientou André Seabra.

Primeira universidade criada de raiz por uma federação nacional, a Portugal Football School foi apresentada em abril de 2017, em memorando de entendimento entre a FPF e o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas.

"Desde aí, perto de quatro centenas de agentes ligados à comunidade futebolística - entre dirigentes, treinadores, árbitros, médicos e outros profissionais - tiveram a oportunidade de aprofundar o seu conhecimento em áreas relevantes para o desenvolvimento do Futebol, como o Treino, a Medicina, o Direito ou o Marketing e a Comunicação", completou André Seabra.

Por Lusa
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