Polémica nos iniciados: Maximinense repudia acusações e acusa árbitros e adversário

Em comunicado, clube fala em "actos provocatórios" da equipa de arbitragem e de insultos e ameaças dos adeptos do GD Apúlia

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O CD Maximinense, através de comunicado, já veio a público comentar o episódio da agressão (com uma cana de pesca) a um dos árbitros assistentes do jogo de iniciados com o GD Apúlia. Não só rejeita as acusações, como acusa a equipa de arbitragem de "actos provocatórios" durante o jogo e os adeptos do GD Apúlia de insultarem, cuspirem e ameaçarem a sua equipa.

Eis o comunicado: "O Clube Desportivo Maximinense vem expressar publicamente o repúdio sobre as acusações de que está a ser alvo. Não aceitamos violência associada ao futebol e exigimos sempre a verdade desportiva, sendo um clube com 92 anos de história e formarmos crianças e jovens desportistas. O jogo, de iniciados, foi agendado pelo GD Apúlia para o dia 19/04/2024 para as 21 horas. Não achamos correto ser um dia da semana em que as crianças, em dia de escola, tenham de faltar às aulas para poderem se deslocar para o local de jogo fora do concelho de Braga. Mesmo assim, após reclamação feita perante a AF Braga, da qual até hoje não obtivemos resposta, apresentamo-nos ao jogo, para defrontar, não a equipa que joga nessa divisão, mas sim a equipa que joga na divisão acima (grande demonstração de fair-play).

Enviaram para o jogo um árbitro auxiliar que frequentemente prejudica o CD Maximinense e que já esta época foi impedido de apitar um jogo dos Seniores em nossa casa, árbitro esse que tem atualmente processos em tribunal de corrupção desportiva, árbitro que juntamente com a restante equipa de arbitragem teve durante o encontro atos provocatórios para com a equipa, treinadores e adeptos do CD Maximinense. Durante a partida houve uma arbitragem tendenciosa, com diferentes critérios de análises aos lances, até chegar ao ponto de assinalar uma grande penalidade que todos viram não existir.

Após o árbitro assistente se aninhar no chão, queixando-se de ser alegadamente agredido por alguém do exterior do campo, o jogo ficou interrompido. Ao fim de alguns minutos, os jogadores do CD Maximinense estavam a ser intimidados com apupos por parte dos adeptos da equipa da casa, sendo obrigados a recolher aos balneários, no que a caminho do balneário, jogadores e treinadores do CD Maximinense foram insultados, cuspidos e ameaçados por adeptos do GD Apúlia, até ao ponto de o treinador não poder voltar atrás para ir buscar os pertences da equipa que estavam no banco de suplentes.

Decorridos vários minutos, já depois das forças militares terem chegado ao local, foi proposto pelo árbitro a retoma do jogo, no qual foi negado pela GNR (aqui mostra que o árbitro não foi hospitalizado, tal como tem sido falado na comunicação social).

Repetimos que o Clube Desportivo Maximinense rejeita e repudia qualquer tipo de violência no Desporto em toda a sua vertente."

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