Silas lança Belenenses-U. Leiria e divide-se entre três treinadores: Jesus, Cajuda e Mourinho
Ex-camisola 10 de lisboetas e leirienses elege o melhor onze pelos dois emblemas, no reencontro de 'históricos'
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Silas jogou e fez jogar Belenenses e U. Leiria, tendo aceite o desafio da FPF para lançar o reencontro dos dois emblemas históricos, agora na Liga 3, às 19 horas de domingo, no Restelo.
O ex-camisola 10 de ambas as equipas escolheu Costinha como o melhor guarda-redes com que trabalhou ao serviço do emblema da Cruz de Cristo ou da Cidade do Lis, apesar de reconhecer que "Helton viria a ter uma carreira muito boa, mas na altura, o Costinha era mesmo o melhor."
Para a defesa, Silas escolheu "Bilro, uma escolha natural, era um líder", "a centrais o Rolando e o João Paulo, que acabou por ser muito importante, depois foi para o Sporting e para o FC Porto, e o Nuno Valente, que dispensa apresentações".
No podcast Liga 3, Silas escolheu Tiago Pereira - "o mehor médio defensivo com quem joguei, pensava muito cedo e jogava muito simples, recuperava muitas bolas e entregava redondinhas" -, José Pedro - "foi quem quem joguei mais vezes, entendiamo-nos muito bem" - e Rúben Amorim no meio-campo - "estava a começar, mas já se notava que havia ali algo".
No tridente do ataque, os eleitos foram Maciel - "talvez o jogador com que me entendi melhor na carreira, era muito vertical e sabia que se colocasse a bola no espaço, ele a ia ganhar" -, Derlei - "provavelmente, o melhor jogador deste onze, muito competitivo, fazia golos, ajudava a defender, ajudava a atacar" - e Meyong ou Dady - "marcaram muitos golos".
Treinador era trio
E o treinador? "Tinham que ser três", dispara Silas, que explica: "Jorge Jesus marcou-me muito, mas o Manuel Cajuda também foi muito importante e acabou por me 'colocar' na Seleção Nacional e, claro, o 'míster' José Mourinho, que foi o meu primeiro treinador na I Liga e foi muito importante, também."